sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Finalmente, contagem regressiva.
Bom, porque disso agora? Pois é, estou cansada, muito cansada.
Achei que eu fosse ser capaz de ficar mais de 48 horas no ar, mas menina que isso! Loucura.
Oh semaninha agitada essa, viu?
Segunda - Evento Globo - Benetton
Terça - Evento Itaú
Quarta - Evento Santander
Quinta - Evento retalho ( união de várias empresas)
Sexta - Dextera....

Bom, sabado, não contem comigo. Vou dormi até segunda as 06:00 hs....Juro não levanto da minha cama...Não adianta nem me procurar. Risos.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010





As vezes eu acho que eu amo o vácuo. Porque a pessoa que eu menos conheci é a que mais me mata de saudade todo dia.


...


By...O.G.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

"Me perdoe pelos meus mil anos à frente dos nossos segundos e pela saudade melancólica que eu senti o tempo todo mesmo sendo nossos primeiros momentos juntos. Pelo retesamento na hora de entregar. Pela maneira como eu grito e culpo quem tiver perto por uma angustia que sempre foi e será só minha, e que eu sempre suporto, mas quando sinto amor fico achando que posso distribuí-la um pouco, mesmo sabendo que é fatal. Me desculpe por eu ter querido tanto ficar bonita e só ter conseguido olheiras. Me perdoe pelas vezes que de tanto querer leveza acabei pesando a mão. De tanto querer sentir, pensei sobre como estava sentindo, e perdi o sentimento. Ou senti sem pensar...
Se você pudesse me ver agora, você me diria tantas coisas horríveis de novo?
Você vai embora e eu vou voltar para as minhas manhãs que eu odeio. Vou voltar para aqueles e-mails chatos de pessoas que eu não gosto mas que pagam minha vida [sem você]. E ficar me perguntando de novo para quem mesmo eu tenho que ser porque só tem graça ser para alguém.
E que se foda o amor próprio!
Você me disse e me olhou de formas terríveis mas o que sobrou colado em cada parte de mim é a maneira como você sorri [levantando que nem criança o lábio superior direito] e como eu ainda gosto de você [por isso e por tudo] mesmo quando é ruim, sempre quando é incrível, e ainda, e muito e por um bom tempo..."

Primeiro,
Tive medo do seu desprezo
Me encantei com seus olhos
Ouvi passos pela casa [E a porta aberta nos traía...]
Me surpreendi com sua ousadia
Me diverti com suas palavras
Me calei diante da sua inteligência
Me envolvi na sua empolgação
Caí de ciúmes
Me irritei com a sua demora
Fiquei acordada
Acreditei nas suas palavras
Desarmei minha consciência
Sorri com sua simplicidade
Considerei seus esforços
Ignorei sua insensibilidade
Aprendi seus horários
Decorei seu cheiro
Lamentei sua ausência
Me apaixonei na única vez em que beijou minha mão
Sofri com seu sumiço
Assisti o seu prazer
Tive medo
Perdi pra te deixar ganhar
Reprovei sua arrogância
Fiquei confusa com sua displicência
Esperei sua volta
Odiei seus imprevistos
Acompanhei suas dúvidas
Não te esperei pra fazer planos
Não planejei o "depois"

...Me decepcionei com a sua falta de consideração...
...Me decepcionei em pensar que tudo o que eu havia sentido era engano, era errado.
E que pra você nada valeu, porque não foi somente comigo...
...Nada do que passamos valeu...
Entrego meu coração hoje a quem quizer...
...Porque jamais guardarei...
Eu o amei, mas do que a mim...
...Eu me entreguei, e odiei a sua falta de consideração com tudo o que eu senti...

Maneiras - Pra esquecer.


O que me dá raiva
Não é que você fez de errado
Nem seus muitos defeitos
Nem você ter me deixado
Nem seu jeito fútil
De falar da vida alheia
Nem o que eu não vivi
Aprisionado em sua têia...

O que me dá raiva
São as flôres
E os dias de sol
São os seus beijos
E o que eu tinha
Sonhado prá nós...

São seus olhos e mãos
E seu abraço protetor
É o que vai me faltar
O que fazer do meu amor?

Eu já ouvi 50 receitas
Prá te esquecer
Que só me lembram
Que nada vai resolver
Porque tudo
Tudo me traz você
E eu já não tenho
Prá onde correr.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

VOCÊ AINDA EXISTE EM MIM.


“Você passava rápido e fazia vento perto de mim, movia alguns fios de cabelo por fora, mais mexia com tudo por dentro...”
Eu ensaiava pra te dizer, mas não foi me dado tempo. Me despi de todo meu orgulho na busca do “por quê”, mas você nem se deu ao trabalho de lutar contra o seu próprio. E isso foi um propósito sacana seu. Talvez porque você não queria demonstrar seu lado "fraco", por não ter sido só uma “diversão”, como você havia planejado...
AAAHHH! Então você fez planos?!
Bom por um lado e péssimo pelo outro: Bom por você de alguma forma se preocupar com o estado em que "nós" nos encontrávamos, e péssimo simplesmente por você invariavelmente acabar destruindo o pouco que construíamos nos dias que eu chamei de “nossos”, com um ar esnobe, sempre.
A gente foi se levando, como em uma dança de tango: tínhamos o nosso próprio balanço, nosso próprio ritmo e sintonia, no qual íamos derrubando um ao outro por trás, e fingindo nos levantarmos pela frente, só pra recomeçar.
E talvez seja por isso que tenha sido (como você!!!) lindo, único, doce, clássico, intenso, original, INCOMUM, inesquecível, ter sido meu e seu, desse jeito tão secreto. Assistido por todos que quiseram vê-lo, antes de se quer ter existido... E por todos os que quiseram ver o nosso fim, antes mesmo de termos começado...

Tudo o que ainda sinto.


Por que tenho saudade de você, no retrato, ainda que o mais recente? Talvez porque o retrato, já sem o enfeite das palavras, tenha um ar de lembrança. Ou talvez porque todo retrato é uma retratação...

"Nós não tínhamos nem começo, nem meio, nem fim, nem solução, nem motivo. Ainda assim, há meses, há séculos que se arrastam deixando tudo adulto demais, morto demais, simples demais, exato demais.
Eu sinto sua falta com se tivesse perdido meu braço direito..."

"Me perdoe essas palavras com cara de choro"

Eu prometi não chorar, esconder as olheiras, mentir a causa das noites sem dormir, eu prometi rir mesmo sem querer, concordar sem entender, dizer baixinho que não querendo gritar que sim. Prometi. Não prometi pra você, não prometi pra ninguém. Prometi pra mim mesma. Porque é sempre em mim que vem doer.. É sempre em mim que vem olhar de repulsa quando o que mais quero é um ombro pra encostar minha cabeça. É pra mim que vem a risada debochada quando meu olho transborda de saudade. Prometi que não seria mais assim.
Mas quando você vê o que sempre quis sendo ofertado assim, de graça, sem pedir... Dói muito.


By Maria Juliana

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Sem sentido



Era pra ser só um dia como outro qualquer, e foi... Exceto, é claro, pelo cheiro de indiferença que pairava no ar a cada piscar de olhos. Mais um dia tedioso, com gosto estranho, um misto de emoções sem sentido. Pois é, essa sexta feira foi assim, sem animo me levanto da minha cama e procuro roupa para trabalhar, encontro um jeans suado de uso, uma blusinha simples, e saio quem me dera abrir meus e-mails e encontrar declarações de amor, mas que nada menina, uma porção de e-mails reveladores, nada de encantado, e me pergunto novamente além de ter que trabalhar a noite inteira, porque mesmo é que vim trabalhar. Devia ter ficado em casa com aquela garrafinha de Absolut, e aquele filminho meloso passando, que estaria melhor, poderia ao menos chorar de verdade, de arrependimento de ter me envolvido.

Putz que desabafo terrível, pois é. Ora um profundo desgosto, ora nada mais que um leve sorriso nos lábios e um ar triste nos olhos, e ora ainda qualquer pensamento promíscuo tomava conta de prosseguir o embalo mal entoado do dia. Pois é, nada de mais nem de menos, tudo na medida, e só eu sei o quanto isso me irrita. E só eu sei como tudo isso me machuca, entra em minha mente e alma, me fazendo uma porção de perguntas, e claro procuro por uma resposta, porque achei que estivessem ligados diretamente os pontos, ai vem tudo como um faísco não encontrei culpados por meu sofrimento, e continuo aqui, irritadíssima, chateada, me sentindo péssima e incapaz, por tudo o que passei.

Sinto-me suja, por ter me entregado tão verdadeiramente, e ter me deixado enganar tão facilmente, meu Deus porque logo eu. Sinto-me pagando um preço alto, me vejo carregando uma cruz indevidamente, porque logo eu...

Será que amar é isso? Então estou sendo punida.

Pagando penitencias, pagando contas, de outras vidas quem sabe.

Desejo de fato que meu sábado seja melhor do que sexta, e que meus dias tomem rumos e direções diferentes das habituais.

Desejo....há os meus desejos...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O tempo...Eterno...

A suave luz da manhã anuncia mais um dia que se inicia.
A cada novo amanhecer, por que acordamos?…
De batalha em batalha, a vida vamos levando.
Mais um dia de batalhas: emocionais, financeiras, profissionais, acadêmicas, intelectuais…
Há quem diga que o que nos faz acordar e enfrentar mais um dia é a esperança da felicidade.
Felicidade – esta palavra tão usada, mas tão difícil de definir.
O que vem a ser a Felicidade, onde haveremos de encontrá-la?
“Felizes são aqueles que levam consigo uma parte das dores do mundo. Durante a longa caminhada, eles saberão mais coisas sobre a felicidade do que aqueles que a evitam.”
E o que significa “levar consigo uma parte das dores do mundo”?
Compaixão, significa ser mais sensível ao outro; à dor do outro, à alegria do outro.
Nos tempos atuais, onde as pessoas estão cada vez mais materialistas, “compaixão” é um termo em desuso…
Nas conversas diárias, impera a individualidade:
“O meu salário.”
“O meu próximo carro.”
“O novo toque do meu moderno celular.”
“O roteiro de férias da minha família”…
E ao nos cegarmos para a compaixão, nos afastamos na mesma medida da verdadeira felicidade.
É na Caridade que se encontra a materialização da Compaixão.
É na Caridade que se realiza o prometido encontro com o nosso Criador, pois Ele marcou
o encontro onde nos parece mais contraditório: no oprimido, no sedento, no faminto e no nu.
Portanto, naqueles que não contam para os critérios dominantes da sociedade.
Naqueles que o sistema considera nulos, pois praticamente não produzem nada, e quase nada consomem, Deus quis reconhecer Sua existência.
Ele os chama de “Meus irmãos e Minhas irmãs menores” e diz:
“Quem os recebe a Mim recebe, quem os rejeita a Mim rejeita.”
Partilhar bens e dons materiais e espirituais.
Procurar a elevação espiritual, progredindo em virtudes e boas ações.
Ascender, um degrau que seja, todo dia, em direção à nossa Bem-aventurança.
Preservar o coração de todas as sugestões ou impulsos diversos que o desencaminham da Pureza e do Silêncio necessários ao estabelecimento nele da Presença Divina.
Renascer a cada dia, aperfeiçoando a essência que em nós habita.
E acima de tudo se deve guardar e cuidar da criança que existe dentro de cada um de nós.

terça-feira, 5 de outubro de 2010



Nao

Chegou
Ainda....

vivo intensamente, para lembrar que todas as minhas escolhas foram verdadeiras no meu ponto de vista...
vivo intensamente, para pensar que a melhor foi ter presenciado...

Ganho todos os dias...O fato de acordar e ver da minha janela um ceu maravilhoso e AZUL....



Momento em que olhamos nossos armários com um olhar crítico.
Olhamos aquelas roupas que não usamos há tanto tempo.
Aquelas que tiramos do cabide de vez em quando, vestimos, olhamos no espelho, confirmamos mais uma vez que não gostamos e guardamos de volta no armário.
Aquele sapato que machuca os pés, mas insistimos em mantê-lo guardado.
Há ainda aquele terno caro, mas que o paletó não cai bem, ou o vestido "espetacular" ganho de presente de alguém que amamos, mas que não combina conosco e nunca usamos.
Às vezes tiramos alguma coisa e damos para alguém, mas a maior parte fica lá, guardada sabe-se lá porquê.
Um dia alguém me disse: tudo o que não lhe serve mais e você mantém guardado, só lhe traz energias negativas. Livre-se de tudo o que não usa e verá como lhe fará bem.
Acontece que nosso guarda-roupa não é o único lugar da vida onde guardamos coisas que não nos servem mais.
Você tem um guarda-roupa desses no interior da ment
De uma olhada séria no que anda guardando lá. Experimente esvaziar e fazer uma limpeza naquilo que não lhe serve mais. Jogue fora idéias, crenças, maneiras de viver ou experiências que não lhe acrescentam nada e lhe roubam energia.
Faça uma limpeza nas amizades, aqueles amigos cujos interesses não têm mais nada a ver com os seus.
Aproveite e tire de seu "armário" aquelas pessoas negativas, tóxicas, sem entusiasmo, que tentam lhe arrastar para o fundo dos seus próprios poços de tristezas, ressentimentos, mágoas e sofrimento.
A insegurança dessas pessoas faz com que busquem outras para lhes fazer companhia, e lá vai você junto com elas.
Junte-se a pessoas entusiasmadas que o apóiem em seus sonhos e projetos pessoais e profissionais.
Não espere um momento certo, ou mesmo o final do ano, para fazer essa "faxina interior".
Comece agora e experimente aquele sentimento gostoso de liberdade.
Liberdade de não ter de guardar o que não lhe serve.
Liberdade de experimentar o desapego.
Liberdade de saber que mudou, mudou para melhor,
E que só usa as coisas que verdadeiramente lhe servem e fazem bem.

Realizando limpeza para viver os melhores tres meses de um ano.

Viva dias Novos.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010


Agora deixo a cama assim...
Me sinto bem...
Parece ate que ninguem mais me conhece...


Adoro....


Feliz...Muito...Feliz...Completa....

sábado, 2 de outubro de 2010

Você já ouviu alguma vez falar de livre-arbítrio?
Livre-arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção.
Em todas as situações da vida, sempre temos duas ou mais possibilidades para escolher.
E a cada momento a vida nos exige decisão. Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude.
Desde que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma atitude ou outra. Ao ouvir o despertador, podemos escolher entre abrir a boca para lamentar por não ser nosso dia de folga ou para agradecer a Deus por mais um dia de oportunidades, no corpo físico.
Ao encontrarmos o nosso familiar que acaba de se levantar, podemos resmungar qualquer coisa, ficar calado, ou desejar, do fundo da alma, um bom dia.
Quando chegamos ao local de trabalho, podemos optar entre ficar de bem com todos ou buscar o isolamento, ou, ainda, contaminar o ambiente com mau humor.
Conta um médico, que trata de pacientes com câncer, que as atitudes das pessoas variam muito, mesmo em situações parecidas.
Diz ele que duas de suas pacientes, quase da mesma idade, tiveram que extirpar um seio por causa da doença. Uma delas ficou feliz por continuar viva e poder brincar com os netos, a outra optou por lamentar pelo seio que havia perdido, embora também tivesse os netos para se distrair.
Quando alguém o ofende, você pode escolher por revidar, calar-se ou oferecer o tratamento oposto. A decisão sempre é sua.
O que vale ressaltar é que todas as ações terão uma reação correspondente, como conseqüência. E essa ação é de nossa total responsabilidade.
E isso deve ser ensinado aos filhos desde cedo. Caso a criança escolha agredir seu colega e leve alguns arranhões, deverá saber que isso é resultado da sua ação e, por conseguinte, de sua inteira responsabilidade.
Tudo na vida está sujeito à lei de causa e efeito: para uma ação positiva, um efeito positivo; para uma ação infeliz, o resultado correspondente.
Se você chega ao trabalho bem humorado, alegre, radiante, e encontra seu colega de mau humor, você pode decidir entre sintonizar na faixa dele ou fazer com que ele sintonize na sua.
Você tem ainda outra possibilidade de escolha: ficar na sua.
Todavia, da sua escolha dependerá o resto do dia. E os resultados lhe pertencem.
Jesus ensinou que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se semeamos sementes de flores, colhemos flores; se plantamos espinheiros, colheremos espinhos. Não há outra saída.
Mas o que importa mesmo é saber que a opção é nossa. Somos livres para escolher, antes de semear. Aí é que está a justiça divina.
Mesmo as semeaduras que demoram bastante tempo para germinar, um dia terão seus frutos. São aqueles atos praticados no anonimato, na surdina, que aparentemente ficam impunes. Um dia eles aparecerão e reclamarão colheita.
Igualmente, os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que tantas vezes parecem não dar resultados, um dia florescerão e darão bons frutos e perfume agradável. É só deixar nas mãos do jardineiro divino, a quem chamamos de Criador.

Pense nisso!

A hora seguinte será o reflexo da hora atual.
O dia de amanhã trará os resultados do dia de hoje.
É assim que vamos construindo a nossa felicidade ou a nossa desdita, de acordo com a nossa livre escolha, com nosso livre-arbítrio.

terça-feira, 28 de setembro de 2010


Vou dizer quando estiver confirmado.
É apenas uma bomba em minha vida.
Será que irei suportar.
Será que irei resistir.
Não vou falar, apenas aguardar.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Será


Ultimamente tenho sentido que minha vida está tomando rumos muito diferentes dos que eu havia planejado. Mudanças são sempre bem vindas, em especial agora que estou mais aberta a elas e segura de mim.
Confesso que chego a me assustar com algumas das surpresas que a vida me proporciona. Dentre tais surpresas tem de tudo, desde grandes decepções até descobertas de novos horizontes.
Já escrevi várias vezes sobre rompimentos de paradigmas, mas desta vez vejo com mais maturidade o que eu realmente penso a respeito de tais circunstancias. Não sou mais tão presa ao que era antes. Tenho refletido sobre o real valor da vida e vejo que viver nada mais é que aproveitar as oportunidades, desde que as mesmas não sejam prejudiciais ou venham a ser causas de arrependimentos futuros. Penso bem antes de tomar decisões, mas procuro abrir a cabeça e dosar o que realmente é certo e errado e principalmente o que valeria a pena fazer ou não. A partir de agora não me importo mais com o que terceiros dizem e pensam ao meu respeito. Não deixo que ninguém interfira na minha vida a ponto de prejudicar e burlar minha vontade.

Tantas coisas tem mudado.

Há quem poderei dizer, tudo o que está ocorrendo, mil mudanças...

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Contato / Acusações

Fracasso.

Dizemos quando abrimos mão de algo valioso e supremos, que não temos coragem nem fidelidade para seguir.
Dizemos quando não suportamos a verdade e realidade dos atos.
Fracasso é quando não aceitamos no outro o que há em nós.
Fracasso quando brincamos com tudo, e brincamos com o que há de melhor nas pessoas, quando não encaramos de frente os defeitos, porque vivemos ocultando os nossos.
Sempre achei que meu contato com o iceberg Amor fosse ocorrer lá para os 40" Mas que nada, cada dia que passa me surpreendo mais, achei que fosse somente bater uma brisa mais forte, uma pressão contra a minha vida, mas agora posso dizer, o tal contato com iceberg é bem pior do que imaginava. É levantar depois de ter caido, é ter que dar uma vira volta de 180º na vida e pronto, tudo acabou, voltamos ao inicio. Bom, o contato é cheio de surpresas, é lotado de vai e vem. Bom, dói, arde, queima.
Mas o pior é saber que tudo isso não tem nada haver com você.
E que agora depois de tudo o que descobriu, descobriu também que o mundo está lotado de gente pequena e mesquinha, que por qualquer sermão barato, logo vem te lotando de acusações e acusações e pedem ainda que você diga sim, como consentir com algo que você nunca fez, e que nunca faria.
Bom, hoje foi somente um desabafo.
Vou continuar....Vou dizer....Não teria motivos nenhum para acusações, apenas para dizer que o meu amor, o meu iceberg não passou.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Sabe quando agente entra na vida de uma pessoa e pensa "Aqui eu posso fazer a diferença".

OBS.: Vou usar o termo "agente" porque creio que isso acontece na vida de outras pessoas também. E, pra ser sincera, porque é difícil admitir isso sozinha, então conto com o apoio moral de vocês.

Nos sentimos úteis, sabemos que por alguma razão era ali mesmo que deveriamos estar, e ali agente fica. Ali fezemos a diferença, fazemos o nosso possivel, chega a faltar ar, muito embora estivesse amando estar ali.
E tempo passa, agente se acomoda, podamos as plantas, ajeitamos o sofá, fixamos uma prateleira e ali ficamos. Até que agente percebe que um certo tempo se passou. Na maioria das vezes, agente nem vê que o tempo corre. Nos damos conta, então, de que algumas coisas mudaram, que as pessoas mudaram, que o sol já se pôs milhares de vezes, e voltou a brilhar. Agente percebe no entanto que nos acomodamos tanto que o que tinhamos pra fazer já foi feito e temos que seguir nosso rumo e levar essa experiência da melhor maneira possível.
Agente percebe sobretudo que nosso papel agora também se transformou. Agora, acomodados, já não somos valorizados. Nem renovados. Estamos velhos naquele lugar. Ás vezes é bom, às vezes nem tanto...

Então agente pega as nossas coisas, e colocamos tudo dentro da mala. Olhamos em volta e sentimos aquele aperto. Então a dúvida: dizer adeus ou sair de fininho?
Quando, depois de quatrocentos e trinta e sete tentativas, nós finalmente colocamos os pés pra fora da casa, corremos pra qualquer lado pra não olhar pra trás e ficamos ali, parados, sem rumo, olhando a estrada. Erguemos o braço fazendo algum sinal para ver se conseguimos alguma carona, ou se algum irmão resolve ir nos buscar. Levando com agente as lembranças do que eramos no começo da história. Do que éramos por outros olhos. Pelos olhos do anfitrião da casa...

É assim quando agente gosta de alguém e não consegue deixar de gostar. Ficamos um tempo ali, curtindo, até que percebemos que não é mais ali o nosso lugar. Que, por mais que não queiramos, precisamos ir... Que envelhecer não é tão bom, principalmente dentro do coração de alguém que percebe o quanto estamos ficando enrugados, indispostos e cansados. Então torcemos para encontrar uma outra pessoa e ir de carona com ela...
Hoje vejo necessidade de expor as minhas boas recordações...
De expor as minhas vivências, e sempre relatar o que também se fez na minha vida.

"Tenho comigo as lembranças do que eu era
Com a roupa encharcada e a alma
Repleta de chão
Todo artista tem de ir aonde o povo está
Se for assim, assim será
Assim me disfarço e não me canso de viver..."

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ás vezes ficamos pedindo sempre um positivo para comemorar...
Eu esperei isso durante muito tempo, e agora não sei...
Bom, vou sair do ar esse final de semana, me desligar do mundo...
Vou andar, caminhar pela calçada...
Olhar, e analisar...
Vou fotografar, vou esfriar a cabeça e pensar em mim...

Bjus adoraveis.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Comentários

Hoje me perguntaram: Porque você deleta os comentários.
Não é que eu seja chata, ou queira esconder, não sou uma pessoa que precisa de seguidores.
Não quero vários comentários, porque nem mesmo pago a estádia desse blog.
Quero apenas um lugar para postar as minhas observações e os meus desabafos, por esse motivo nem mesmo declarei meu endereço no orkut, ou no facee...e por ai vai.

Bom, quero dizer que leio todos os comentários que adoro ser chamada de mente brilhante, mas algumas vezes basta ler o texto e saber que sou uma co-autora daquilo, já que o mesmo já foi publicado anteriormente.

Bom, adoro tdos vcs amigos que leem o meu blog, mas não fiquem chateados, deleto porque quero manter anonimo a minha passagem.

Bjos.

By Juliana Maria.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010


de
SACO
Cheio!!!

Pronto. Falei.




Já estou indo.
Trabalhar...Trabalhar...Trabalhar...
Quero a minha parte em diversão...
Já sei o que fazer domingo, além de café...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Em Você





Em certas noites, deito na minha cama e fico olhando o teto até tarde.
Nesse momento, penso em tudo que me acontece e vejo que o que eu mais desejo
É poder escolher melhor as palavras que digo
É poder esconder tudo aquilo que sinto
É poder mostrar que por você eu insisto
Mas aí percebo que minha bondade me impede de ser assim
E quando menos espero, desaprendo a gostar de mim.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010






Tem dias que eu sinto saudades de você. São poucos, é verdade, mas eles existem. Normalmente são dias cinzentos, frios, dias que eu queria que você estivesse aqui ao meu lado. Mas você não está.


Em dias assim, costumo pegar o cobertor, enrolar-me nele e sentar no sofá do canto da sala. Acendo um cigarro, pego uma taça de vinho e ligo o DVD. Coloco aquele cd que você me deu de presente de Natal e ouço várias vezes o mesmo cd, num gesto mais do que automático. Passo o dedo lentamente pela borda do copo, como se alisando os seus cabelos. Fito o retrato que tenho de você, bem lindo como sempre e faço menção de pegar o telefone. Mas sempre desisto.

Em dias assim, costumo reler todas as cartas que escrevi para você e que nunca tive coragem de enviar, mas que também nunca rasguei. São palavras que vão das mais doces às mais ásperas, muitas vezes sem nenhum sentido. Algumas escritas com tanta raiva que chegam a marcar a folha do outro lado. Outras, tão suaves que mal consigo ler o que está escrito. Penso em enviá-las agora, apenas para mostrar tudo o que você fez comigo quando me deixou. Mas me parece tão inútil que as deixo no mesmo lugar.

Em dias assim, vejo o filme preferido pela milésima vez e lembro-me de cada comentário seu. Vou à cozinha e faço brigadeiro para comer com colher. Coloco aquela blusa que você tanto odeia, mas nunca disse nada, e deixo a cama desarrumada só para você implicar comigo, mas isso também nunca acontece. Passo o dia deitada, olhando para o teto e revendo todas as suas fotos. Aperto o travesseiro contra o rosto para ver se ainda sinto o seu cheiro, pois tenho o seu perfume, igual ao que fazia todo dia de manhã quando você já havia se levantado para preparar nosso café. E eu sempre sonolenta, ficava enrolando para sair da cama.

Em dias assim, tenho vontade de berrar bem alto o quanto eu te amo, de dizer tudo aquilo que não disse antes por puro medo ou orgulho. Mesmo tendo dito todos os dias o quanto eu lhe amava, parece que não bastou porque o grito ficou na minha garganta.

Nesses dias que sinto saudades, penso em você me olhando com carinho e dizendo que nunca vai me deixar. Isso, eu pulo, porque é difícil de aceitar.

E me pergunto se dias melhores virão? Porque além de você, eu tenho que me dedicar a minha vida, assim como tem feito com a tua.

Vidas que não se encontram mais, que não se retratam. A sua ausência me fez pensar muito em você e esquecer totalmente de mim, me fez acreditar que isso iria mudar, mas pura ilusão dos meus sentimentos. A sua ausência me fez deletar o primordio de minha vida, a base o escape, a minha familia, me fez acreditar que os meus problemas eram maiores do que os tinham presentes em minha casa, pois é sempre acho que sou mais frágel que os que me habitam, me enganei mais uma vez.

Agora vou criar força de onde talvez eu nem saiba onde existe, mas preciso de força para seguir.

Desistir de você, é o mesmo que desistir de mim, mas hoje vejo que não foi eu que te perdi, e sim você que perdeu.

A contagem iniciou, assim o término também.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Sem Título





Eu não imaginava que a perda ia ser tão grande quando você virou as costas e saiu dali.
Na hora dei pouca importância, sequer ouvi o que você disse ao bater a porta e sair para ir trabalhar, meu Deus que sabado seria aquele na minha vida.
Simplesmente sorri com o canto da boca e pensei que era só mais uma vez que isso acontecia, como acontecerá em uma noite qualquer de quinta feira.
E deixei você ir, confiante de que minha frieza seria capaz de me ajudar a superar sua ausência ou que mais cedo ou mais tarde voltaríamos ao normal, mas percebi que eu teria que sair dali para você voltar.
Acho que descobri tarde demais que nada daquilo era normal, que o que estava escapando de mim era mais do que eu mesmo tinha constatado até então.
“Por que você só enxerga aquilo que quer? Por que insiste em tentar entender?”
Fiquei dias sem sair de dentro do meu quarto.
Isso normalmente me incomodaria muito, mas não agora.
Sinto que tudo ficou parado.
A música que toca no meu rádio tem apenas um acorde e as palavras da carta que eu escrevi naquele dia distante são todas iguais.
Os lugares perderam os seus sentidos se eles não podem mais ser atribuídos a nós dois.
Não há mais o que ver lá fora.
Da minha janela, olho para o céu nublado e penso que a chuva traz saudade.
É estranho, eu costumava gostar desses dias, antes dessa imagem ficar associada a você.

“Mas eu preciso aprender a viver sem você. Eu sei que as coisas não ficaram legais, mas não temos mais o que fazer. Vai ser melhor assim”. Sempre imagino que os dias vão melhorar o que sinto. Mas nada disso nunca muda, porque você está bem associado as imagens que coloquei na minha vida.

Foi num dia como esse que tomamos café juntos pela primeira vez.
Eu ainda tinha dores pelo corpo e você, olhos desafiadores.
Algo de diferente surgia ali, algo que não soubemos dimensionar então – e até hoje ainda não sei. Só lembro que seu cheiro se fundiu à cena e nunca mais pude esquecer.
Hoje mesmo, enquanto minha caneta percorria tensa as linhas do papel, senti ele preencher o ambiente de novo.
Talvez uma lágrima tenha escorrido pelo meu rosto nesse momento, mas preferi ignorar e continuar a escrever. Escrever para esquecer. Para lembrar apenas que de vez em quando, muito em quando, a vontade de me ver bate em você. E acaba por acabar com o vazio que se fez nesses dias todos de ausência.

É assim que a dor sai de dentro do peito, você sabe.

“A verdade é que eu só queria te ver feliz.”

E bem a verdade é que todos os dias eu ainda lhe amo.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

ESCOLHA

Um pingo de dúvidas vem a minha mente agora, e inflama os meus pensamentos.
Será que foi correto, eu não pedi a participação, nem mesmo pensei em perguntar o que você acha?
Será que está correto, dentro do meu mundo e com a minha forma, eu quero a luz.
Será que é válido, e o futuro como será. Passará desapercebido sem mesmo que ninguém note que em mim algo está mudando.
Não posso esquecer que a escolha e consequência de tudo isso, resultará apenas em minha vida, e que ninguém poderá carregar o que eu escolhi ter na mochila.

Bom, vou guardar bem.
E vou lembrar sempre, e se acontecer.
Meu Deus me ajude.

Vou completar amanhã...

Através do espelho

Duas vezes não foram suficientes para eu aprender que não devia insistir.

Foi preciso que a mágoa falasse mais alto, que as palavras fossem duras, que as atitudes fossem incompreensíveis.

Foi preciso que doesse como nunca havia doído, que a saudade se transformasse em raiva e que a lembrança dos momentos felizes fosse ofuscada pela consciência da tristeza constante.

Foi preciso entender que o que parecia certo era, na verdade, o seu maior erro. Foi preciso odiar para superar.

Foi preciso sentir para esquecer.

Foi preciso chorar para não amargar.

Foi preciso mentir para si.

Foi preciso ir.

domingo, 15 de agosto de 2010

PARALELOS

Quando a frente fria que caía sobre a cidade se dissipou, deixando apenas em mim o gélido sentimento de ausência, parecia que começar o dia seria a tarefa mais difícil. Havia silêncio ao meu lado, e nem cada passo dado, ecoando no quarto semi-escuro, era capaz de preencher tamanho vazio. O café da manhã não precisava ser preparado – comer na cozinha era uma saída para não lidar com a segunda cadeira inerte junto à mesa da sala. Também não fazia sentido ter duas toalhas, duas escovas de dentes, dois pares de pantufas. Era tudo velho de novo.

Foi assim que aprendi que não éramos mais dois que se tornavam um. Ao contrário, agora era eu quem me dividia em partes: uma, insistente, queria que você voltasse. Já a outra, coerente, desejava nunca ter tido você. Enquanto isso, em você já havia quase dois novamente, vida que segue como deve ser. Por isso, eu precisava acordar e levantar, começando, devagar e sem vontade, a voltar para mim.

Mas ainda não sabia por onde ir.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Depois da tempestade

Eu queria ter descoberto antes o valor da leveza. A importância do beijo apaixonado, do abraço longo, das mãos entrelaçadas. Ter visto que havia mais sentido no que se construía aos poucos do que na sede de se ter o máximo, deixando a tolice da paixão intensa ser domada pela existência de um amor sereno. Talvez assim tivesse reclamado menos das ausências tolas ou das palavras não ditas, e exigisse menos do que viria com o tempo. Mas a verdade é que o se distanciar ensina mais do que a presença, e é no sentir falta que o sentimento acaba se (com)provando. É quando dói saber que a vida segue, mesmo que não se queira assim.

Eu queria ter descoberto antes que era capaz de fazer diferente para não precisar sofrer por insistir em errar.


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Retroprocessador de ilusões

Eu esperei por todo o tempo o seu telefonema. Esperei por um sinal de vida, por um oi qualquer, por uma palavra que dissesse estou aqui. Esperei por sua notícia, por sua volta, por seu arrependimento. Esperei que você não deixasse longe por tanto tempo, que você percebesse o erro, que me falasse que sabia que me queria. Esperei. Esperei que você escrevesse uma carta, que mandasse sinal de fumaça, que me olhasse por nada, que soubesse me amar. Eu esperei por você, como sempre esperava. E ouvi meu telefone tocar quando ele nem funcionava, abri minha caixa de correio cada manhã que se anunciava, vi palavras onde nada se expressava. Esperei por qualquer atenção que eu sabia (pensava) que você me dava. Eu esperei até você aparecer. E você não apareceu, certa-errada de não se manifestar naquela hora, deixar o tempo passar como se a gente pudesse passar também, mesmo sabendo que nada ia passar sem que nós passássemos a limpo tudo o que tinha passado no passado, e eu fiquei esperando. E esperei de novo, como se você pudesse ter percebido que havia como acertar depois de tudo, e você só me dizendo que o erro era o acerto da sua vida. Mas não da minha. E eu esperei que você notasse que eu estava ali, pronto para amar você, e que você podia me amar se quisesse assim, mas você não quis. Só que eu quis esperar, e esperei. E você veio de novo e me disse ok, a gente precisa saber, e eu não quis mais saber de nada, só de saber com você o que eu nunca soube. Aquilo que a gente sempre esperou sem saber se devia esperar. E você disse tá bom. E eu disse não sei. E você foi embora, e eu fiquei ali, e esperei você olhar para trás e me dizer que sim. E você virou a esquina. Eu esperei. E você não voltou. E eu não fui. Mas esperei. E parei. E assim terminei. Sem você.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Periódico

Quando soube de você a primeira vez, algo me dizia que não seria algo irrelevante. E ainda que não fosse manchete de jornal ou chamada na televisão, a notícia de que você existia ficou gravada em minha memória de tal forma que, por muito tempo, qualquer outra que surgisse parecia competir por um espaço em uma página praticamente preenchida.

Com o tempo, a tinta foi se apagando, e a folha que antes imprimia uma grande verdade, foi se perdendo como papel velho e inútil. A partir daí, decidi que não mais leria as novidades como se fossem únicas, deixando que elas soassem como fatos requentados que se fazem clichês a todo instante. Fui perdendo, então, aquelas notícias que as pessoas sorriem quando recebem, quase não acreditando na sorte que tiveram. Também abandonei aquelas que demoram a chegar, por serem exclusivas e definitivas. Por último, deixei para depois aquelas que sempre esperamos que um dia nos dêem, de modo que nos arrebatem e nunca mais nos esqueçamos delas. Passei, então, a colecionar aquelas que eram ruins, que por opção jamais deveríamos querer saber, mas, ainda assim, insistimos em procurar. Aquelas que pesam as páginas do jornal em uma manhã de 2a feira cinzenta.

E assim tudo caminhou.

Não faz muito tempo, uma notícia chegou aqui. E eu sei que, dentre todas, são as ruins as mais fáceis de nunca se esquecer. Talvez por isso, não tenha mesmo dado muita atenção quando ela se anunciou. Eu ainda esperava aquela mesma, que recebi há tanto tempo, e nunca pude esquecer. Aquela que me dizia que nada seria à toa ali, entre nós dois. Aquela na qual valia a pena acreditar.

Pode ser besteira, tudo bem. Mas a verdade é que, desta vez, o que eu queria era que fosse eu a boa notícia que chega agora para você.

domingo, 8 de agosto de 2010

Almoço: R$ 3,00. Essa deve ser aquela fase em que os seus gastos vão diminuindo, porque a fome vai diminuindo, o sono vai diminuindo, a paciência vai diminuindo, a fé vai diminuindo, a força vai diminuindo e você vai lentamente sucumbindo em seu próprio mundo. Os cafezinhos, por outro lado, vão aumentando...proporcional à possibilidade de se terminar sozinho.
A ansiedade e a angústia é o que resta, e é a única coisa que parece se consumir nesse almoço.
Se você sabe que vai perder alguém, então acostume-se a esta fase. Tenho me acustumado desde que tudo aquilo partiu de minhas mãos, de minha vida, perder ele foi o final pra mim.
Mas o tempo não pára, então é melhor se concentrar no trabalho e não demonostrar nada... Acredite as pessoas não vão perceber, afinal você sempre disfarça muito bem quando não quer a participação.
Aceite mais um cafezinho. É social, e ninguém desconfia que você só consegue sentir o gosto amargo disso. Agora pense, calma, respire, analise, ele partiu e você precisa continuar, vocês acabou mais nada vai passar da sua vida, ele te deletou, não faça o mesmo porque ele continua na sua história.
Abraços.


By Juliana Maria

sexta-feira, 6 de agosto de 2010


Estou refazendo alguns itens em minha vida, por esse motivo estou totalmente ausente. Mas logo estarei renovada e novamente as paradas, risos.
Sinto também saúdades suas e muitas por sinal.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Mudanças

Boa tarde queridos.
Bom, deixei de escrever um tempinho para cuidar de algumas mudanças fora e dentro de mim.
Por aqui é tudo como uma caixinha que ao mesmo tempo que está lotada de idéias está vazia.
Bom, resolvi que vou morar sozinha.
Está tudo pronto, móveis comprados, bagunças para começar a levar para a casa nova, porém não tenho coragem de largar tudo e ir, mas largar o que?
Bom, largar a minha irmã, que é uma mãe.
Largar minha cama ao lado da Fernanda.
Mas tudo bem, agora as idéias mudaram, a vida mudou.
Depois que voltei da casa do Orlando, perdi um pouco a essência de menina, deixei de ver as coisas lindas em coisas simples, e passei a ver a vida de outra forma, e passei a não mais aceitar a opinião dos outros, com isso perdi praticamente o espaço na casa.
Passei a ficar mais fechada para opiniões, e sempre acho que o meu conceito não bati com os conceitos alheios. E sempre me pergunto se eu perguntei a opinião de alguém.
É isso estou indo para outro mundo, o meu mundo.
Vou fazer como sempre quiz. Vou morar sozinha.
Eu odeio solidão, porém vou estar sozinha somente quando eu quizer, caso contrário falo comigo mesma, e tudo dará certo.
Hoje me sinto uma caixinha vazia, sentindo saúdade da vidinha que tive ao lado do Orlando.
Sentindo saúdade da vida que tinha antes de ter ido morar com o Orlando.
Estou sentindo saúdades de tudo.
Sentindo saúdades até mesmo do que eu não tive.

Bom, vou ficando por aqui e logo que minha casinha estiver pronta eu vou anexas as fotos.

Beijos adoraveis a todos.

quarta-feira, 28 de julho de 2010


As vezes é preciso ir lá em cima, onde ficam os desejos.
E traze-los para próximo.
Não conte a ninguém, quais trouxe de modo que todos possam ir buscar os seus.


By Juliana Maria
O tempo jamais voltará.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

AINDA

Não há nenhum relógio pra fazer voltar.


O tempo voa...


Triste é não chorar.
Sim, também chorei.
E não não há nenhum remédio, pra curar essa dor, que ainda não passou.
Mas vai passar, a dor que nós machucou.
E não não há nenhum relógio, pra fazer voltar... O tempo voa.

O que passou marcou, e indiferente pelo que foi.
Delete a sua história e diga se foi possível.
Assim o farei.
Começarei por deletar você de minha vida e de minha mente.
Sério, para realizar o teste, se será possível.
Preciso que me diga, é possível deletar uma parte de sua vida, quando se ainda tem vida.
Pare de respirar e veja se é possível morrer.
Assim o farei, deixarei de viver por você.
Isso seria também um teste.

Não, como não.

Você disse que deletou.

Guardei sem ter porque, sem explicação.
Além de não saber como fazer, pra ter um jeito meu de lhe mostrar.



Próprio. By Juliana Maria

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Desencontro


Cartas que escrevi e joguei fora,
lágrimas que chorei em silêncio, sozinha
para que não soubesse que meu coração se partia.
Lembranças, cheiros e momentos que fazem
eu viver novamente os nossos momentos.
Saudades do que vivi, e do que planejamos viver.